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A taxa de desocupação no Brasil foi de 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o menor índice para um mês de maio desde o início da série histórica, em 2012.
Na comparação com o mesmo período de 2025 — março a maio —, houve queda de 0,6 ponto percentual, quando a taxa era de 6,2%. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, em que também registrou 5,8%, o IBGE considerou a variação como estabilidade estatística; o trimestre encerrado em abril de 2026 (fevereiro a abril) também havia apontado 5,8%.
A população desocupada somou 6,1 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio, uma redução de 9,3% — cerca de 624 mil pessoas a menos — na comparação anual. Já a população ocupada chegou a 102,7 milhões, alta de 0,5% no trimestre (558 mil pessoas a mais) e de 0,8% em um ano (840 mil a mais), de acordo com release do IBGE.
O analista da pesquisa do IBGE, William Kratochwill, destacou, conforme nota da agência, que atingir a mínima histórica para o período indica tendência estrutural de aquecimento e de expansão na absorção de mão de obra pelo mercado de trabalho.
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Uma taxa de desocupação menor significa que parcela menor da população economicamente ativa está sem trabalho e procurando emprego. O resultado atual, portanto, sinaliza melhora nas condições de emprego e pode reduzir a pressão sobre a renda das famílias. Mesmo assim, o país ainda tinha 6,1 milhões de desempregados no período.
Fonte oficial: Banco Central do Brasil · Consultar publicação original