Na plataforma
Transforme esta leitura em monitoramento contínuo. Crie monitores por tema, órgão ou entidade e receba alertas quando algo novo aparecer.
A SLC Agrícola S.A. (B3: SLCE3) notificou, nesta sexta-feira (26/06/2026), o Grupo Radar sobre o exercício irrevogável e irretratável do direito de preferência para adquirir a totalidade dos imóveis rurais que compõem o portfólio denominado "Bloco Mato Grosso". O comunicado ao mercado, assinado pelo diretor financeiro e de relações com investidores Ivo Marcon Brum, foi feito nos termos do artigo 157, parágrafo 4º, da Lei 6.404/76, e da Resolução nº 44 da CVM.
O Bloco Mato Grosso está localizado no estado de Mato Grosso e reúne cerca de 41.214 hectares físicos de área de matrícula, dos quais aproximadamente 28,8 mil hectares são agricultáveis e já têm histórico de 100% de plantio de segunda safra. A SLC Agrícola já opera 17,6 mil hectares dessas áreas. A aquisição será realizada na modalidade "porteira fechada", de forma indivisível e em igualdade de condições com a proposta recebida pelas proprietárias dos ativos.
O valor total da transação é de R$ 1,85 bilhão. O pagamento está dividido em um sinal de R$ 700 milhões, a ser depositado em conta vinculada (escrow) em até cinco dias úteis, e um saldo de R$ 1,15 bilhão, a ser pago na data da lavratura das escrituras públicas, prevista para até 30 de outubro de 2026. O sinal será corrigido por 100,25% do CDI a partir de cinco dias úteis contados de 28 de maio de 2026.
A conclusão da operação depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), se aplicável, além do cumprimento de outras condições precedentese previstas nos documentos vinculantes.
Os destaques das fontes oficiais, toda semana no seu email.
Inscrição imediata, com email de confirmação. Cancele quando quiser, com um clique.
Sua inscrição começa imediatamente. Também enviamos um email de confirmação, com um link para cancelar caso não tenha sido você.
As terras pertencem ao Grupo Radar, cujo controle é da gestora norte-americana Nuveen, com participação minoritária da Cosan, e haviam sido negociadas previamente com o Grupo Bom Futuro, do empresário Eraí Maggi Scheffer, conforme reportagem da CNN Brasil e reportagem da Forbes. Ao exercer a preferência, a SLC terá de adquirir o portfólio integralmente, e não apenas as áreas que já arrenda, o que pode alterar a dinâmica de seu modelo de expansão baseado predominantemente em arrendamentos, apontam os veículos.
Fonte oficial: Comissão de Valores Mobiliários · Consultar publicação original